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Tarso diz que obras da BR-116 e Rodovia do Parque não vão parar

27/09/2011 07:40

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Tarso diz que obras da BR-116 e Rodovia do Parque não vão parar

Tarso disse que já conversou quatro vezes com o Ministro dos Transportes e que, em nenhuma delas, houve qualquer notícia de paralisação das obras

         O governador Tarso Genro afirmou nesta terça-feira que o Governo Federal garantiu que as obras na BR-116 e Rodovia do Parque não serão interrompidas. "Não há nenhuma definição do governo federal de que estas obras serão interrompidas, o que há são exames técnicos e apontamentos que determinaram uma avaliação mais apurada", afirmou. Segundo Tarso Genro, as denúncias de irregularidades no Dnit não afetarão as obras nas estradas gaúchas. O governador garantiu ainda que a presidente Dilma anunciará o metrô de Porto Alegre dia 14 no Estado.

 

         A afirmação do governador foi feita durante entrevista à Rádio Gaúcha. Perguntado se haveria uma certa precipitação por parte da imprensa ou mesmo de deputados que cogitaram a paralisação das obras, Tarso respondeu: “Acho que vocês não estão se precipitando com a preocupação, e nem os deputados e nem os prefeitos. É perfeitamente natural que, mediante aquelas denúncias que ocorreram que combinaram com a saída do Ministro anterior, haja certa instabilidade em relação a algumas obras” O chefe do Executivo gaúcho informou que já conversou com o Ministro dos Transportes, Paulo Passos, em quatro ocasiões posteriores às denúncias e que, em nenhuma delas, houve sequer a cogitação de que as obras sejam paralisadas. Ainda segundo o governador, no último encontro, ele e o Ministro  falaram especificamente sobre a BR-116 e a Rodovia do Parque e que não é nenhuma definição do governo federal de que essas obras serão interrompidas.

         Sobre a audiência que os deputados gaúchos marcarram para a próxima quinta-feira (29/9) com o Ministro Passos, Tarso garantiu que o Governo do Estado será representado por alguém do primeiro escalão. “Nós vamos mandar alguém para acompanhar, porque é necessário compreender nesse momento que são duas lógicas: uma lógica é originária da pressão dos deputados que estão prestando um tributo, eu diria, merecido à sua base eleitoral para fazer uma mobilização e ter um protagonismo no processo, o que é normal e dever dos deputados. A outra lógica é uma relação direta de executivo para executivo para tratar de desbloquear alguma questão técnica e política que tenha em relação a investimento dessa natureza. Então, os dois movimentos não são concorrentes, eles colaboram num mesmo sentido.”

 

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