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Bohn Gass: “Nova planta da KF é inovação que nasce com apoio da política de desenvolvimento do Governo Tarso”

18/10/2013 07:11

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Bohn Gass: “Nova planta da KF é inovação que nasce com apoio da política de desenvolvimento do Governo Tarso”

  

O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT) participou, nesta sexta-feira (18), ao lado do governador Tarso Genro, da inauguração da nova planta da Indústria de Máquinas e Implementos Agrícolas KF, em Cândido Godói. A empresa familiar de porte médio é parceira do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga), no desenvolvimento da Plantadeira Hyper Plus Camalhoneira.  

“Trata-se de um evento muito significativo. Não é apenas uma nova planta industrial, mas uma inovação importantíssima. A máquina desenvolvida pela KF em parceria com o Irga, é uma semeadora-adubadora que permite o plantio de sementes graúdas (milho e soja, principalmente) nas terras planas, em solos de várzea irrigada. Ou seja, estamos falando de mais culturas numa terra onde, antes, só havia uma. E, além do mais, estamos falando de um empresa familiar que, na hora de ampliar sua planta industrial,  contou com o apoio decisivo da Secretaria de Desenvolvimento do Governo Tarso”, detalha Bohn Gass, mostrando entusiasmo.

A nova máquina da KF forma forma sulcos e camalhões (trechos de terra mais elevados entre os sulcos), depositando as sementes graúdas nestes últimos. Assim, os sulcos funcionam tanto para a drenagem do excesso de água quanto para a irrigação, quando necessário.

O governador Tarso Genro afirmou que empresas como a KF são um orgulho para o Estado e disse que “é um dever do governo celebrar os esforços dos gaúchos”. Como houve grande procura pela nova máquina da KF, a empresa precisou ampliar a planta industrial. Foi aí que entrou em cena a Secretaria Estadual de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI) que prestou todo o atendimento. “Empresas como a KF são um orgulho para o nosso Estado", encerrou Tarso.

Já o presidente do Irga, Claudio Pereira, relatou que a relação com a indústria começou na percepção de que era o momento propício na atual gestão para desenvolver uma tecnologia que viabilizasse o plantio de outras culturas em terras baixas, sujeitas ao encharcamento, e que impediam o surgimento de alternativas econômicas para o produtor.

Com essa tecnologia, segundo Pereira, torna-se viável a transposição da última fronteira agrícola do Estado, que são as áreas planas de terras baixas. Estão estimadas em 3,5 milhões de hectares, sendo 1,1 milhões ocupadas com lavouras de arroz e, os 2,9 milhões restantes, em pousio ou ocupadas com gado.

 

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