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Suinocultura

26/08/2004 12:00

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Quais as informações que o Governo Rigotto possui sobre a ocorrência de Mal de Aujeszky em Santa Catarina, quais os possíveis vínculos entre a área produtiva atingida e o Rio Grande do Sul e quais as medidas preventivas tomadas pelo Governo; são algumas das perguntas que o deputado Elvino Bohn Gass (PT) está fazendo ao governo Rigotto através de pedido de informações protocolado na Assembléia Legislativa na manhã desta quinta-feira (26). O Aujeszky está quase em nossa porteira novamente. Devemos concentrar esforços para que, dessa vez, ele não entre, justificou o petista.

Em Santa Catarina, foram detectados focos do Mal de Aujeszky em 20 de dezembro de 2002. Na época, o então governador Olívio Dutra proibiu a entrada de suínos vivos oriundos daquele Estado. No dia 31 de janeiro de 2003, foi confirmado o 1º caso de Aujeszky no RS, porém, só em maio tivemos o anúncio oficial do caso. Ficamos sem informação e o produtor não pode se precaver adequadamente, inconforma-se o petista.

Em virtude da detecção da doença, a Rússia bloqueou as importações de carne suína brasileira. No RS, cerca de 28 mil animais foram sacrificados ou abatidos causando prejuízos a milhares de produtores no Estado. A doença só foi considerada erradicada em junho deste ano.

No documento enviado ao Governo, Bohn Gass quer que a Secretaria de Agricultura informe também o número de animais procedentes de Santa Catarina, em especial da região produtiva onde ocorreu novo caso da doença, para fins de abate no RS; e a possibilidade de entrada no RS de animais oriundos de Santa Catarina em desacordo com as normas em vigor. A experiência nos mostrou a importância de termos informações precisas e confiáveis por parte dos órgãos públicos em casos como o do Mal de Aujeszky. Não podemos descuidar de nenhum detalhe na proteção de nossos rebanhos, concluiu Bohn Gass.

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