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Greve

31/05/2006 12:00

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A Assembléia Legislativa aprovou, nesta quarta-feira (31), projeto de lei que abona as faltas dos professores que participaram da última greve. Com a aprovação da matéria, que foi um pontos negociados entre o governo e o magistério para o reinício das aulas, os dias parados não serão descontados dos grevistas. A bancada do PT defendeu a aprovação da proposta e cobrou do Executivo o cumprimento do acordo firmado com a categoria para pôr fim à paralisação. Segundo o deputado Edson Portilho (PT), diversos pontos da pauta de negociação estão sendo ignorados pelo governo do Estado. Promoções, vale-refeição, municipalização do ensino, repasses para escolas e plano de carreiras são assuntos sobre os quais o governo silencia, embora tenha se comprometido a busca uma solução para os problemas levantados pela categoria, denunciou.

O deputado Elvino Bohn Gass (PT) revelou que as promoções de 1999 ainda não foram publicadas, como previa o acordo, e que o processo de municipalização, rejeitado pelo magistério, continua sendo encaminhado pelo governo. Temos notícia de escolas que estão sendo repassadas para os municípios, contrariando a promessa do governo de sustar o processo, apontou.

Bohn Gass afirmou ainda que a comissão criada para alterar a legislação que institui o vale-refeição sequer se reuniu. O governo prometeu formar uma comissão para estudar a questão, mas até agora não houve nem a primeira reunião. O Cpers tem proposta e quer discuti-la, frisou.

O petista denunciou também que pelo menos dois professores afastados durante a greve não foram readmitidos, contrariando a promessa feita pelo governo do Estado.

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