Cadastra-se para receber notícias
Memória

18/07/2007 12:00

Tamanho da fonte

Estou convencido de que o governo Yeda representa um grande risco para o Banrisul. Primeiro, porque entre os ex-governadores do nosso Estado que poderiam emprestar-lhe experiência, ela escolheu justamente Antonio Britto como seu conselheiro. E Britto, nunca é demais lembrar, jurou de pés juntos (e até assinou documento) que não privatizaria a CRT e a CEEE e, no entanto, vendeu as duas. Aliás, só não vendeu o Banrisul também porque não houve tempo. Quando Olívio assumiu o Estado, havia no orçamento (feito por Britto) uma previsão de receita de R$ 800 milhões que seria proveniente da privatização do nosso banco. Então, se Yeda diz que não venderá o Banrisul mas se aconselha com Britto, é prudente que mantenhamos a guarda sempre alta.
Agora, em 2007, completarão dez anos daquela trágica decisão do governo Britto (apoiada pelos deputados de sua base, diga-se) de entregar o nosso patrimônio a preço de bananas. E, infelizmente, a categoria bancária, a CUT, o PT e os demais partidos de esquerda e as mais diversas categorias de trabalhadores são novamente obrigados a entrar em campo para impedir a privatização do Banrisul.
No próximo dia 23, às 19h, na sede 2 do Sintel (rua General Auto, 349), este movimento estará reunido para assistir os vídeos da época, apreciar as fotografias, reler as manchetes, saber das conseqüências nefastas da privatização da CRT, ler os documentos de uma das lutas mais importantes da classe trabalhadora gaúcha e reafirmar, com toda convicção, a posição contra as privatizações. Então, convido a todos os gaúchos e gaúchas para fazer mais esta demonstração de força contra qualquer tentativa que a governadora Yeda venha fazer para liquidar nosso patrimônio.

Compartilhe:

  • Facebook
  • Share on Twitter