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Governo Yeda

29/10/2007 12:00

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Policiais civis, técnicos do Instituto Geral de Perícias (IGP) e agentes da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe) decidiram que vão paralisar suas atividades nos dias 6 e 7 de novembro. No dia 7, está prevista uma paralisação geral dos servidores públicos. As três categorias também definiram que farão uma operação-padrão por tempo indeterminado. A razão desses movimentos? A absoluta ausência de ações concretas por parte do governo Yeda na área da segurança, os baixíssimos salários e a falta de perspectiva de melhoria das condições de trabalho e salários.

Greve - Na avaliação dos policiais, técnicos e agentes, o termômetro da paralisação prevista e o seguimento da omissão do governo podem, sim, desencadear uma greve unificada das categorias.
Ao longo desse período, a revolta dos policiais só fez aumentar. A omissão do governo nas duas principais demandas das categorias [matriz salarial e aposentadoria especial] é responsável por essa revolta, sublinha Isaac Ortiz, presidente da Ugeirm. No início, tínhamos a sensação de que este seria um governo muito ruim. Agora, infelizmente, temos a certeza, pontua Cláudia Bacelar, presidente do Sindiperícias.

Brigada já deu alerta - No último dia 17 de outubro foi a vez de a Brigada Militar manifestar-se no mesmo sentido, ou seja, chamar a atenção da sociedade gaúcha sobre as péssimas condições da segurança pública no Estado. Soldados, cabos, sargentos, tenentes, majores, capitães, coronéis e tenentes-coronéis se juntaram para avisar a governadora de que a segurança está à beira de um colapso.

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