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A agricultura familiar e software livre

26/06/2009 12:00

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Esta semana estive no 10º Fórum Internacional de Software Livre (FISL) que se realizou, mais uma vez, em Porto Alegre. Participei da cerimônia de abertura e fiquei muito feliz com o que ouvi. Marcelo Branco, coordenador da Associação Software Livre e, também um dos coordenadores do FISL, lembrou que a idéia de realizar um fórum internacional em Porto Alegre só foi possível porque lá no final dos anos 90, a gauchada respirava uma atmosfera de participação. E isto por causa do estímulo da administração petista de Raul Pont na Capital e de Olívio Dutra no Estado. Orgulho-me de estar ao lado da comunidade software livre desde este tempo. E orgulho-me por ser autor da primeira lei brasileira que deu preferência ao uso de softwares livres nos organismos estatais. Infelizmente, os governos estaduais de Germano Rigotto e Yeda Crusius, na contra-mão da história, trataram de desfazer, perverter ou retardar os avanços que o Estado havia obtido utilizando softwares livres. Nos dois casos, a idéia de compartilhamento tecnológico foi abandonada. Uma lástima. Mas não a ponto de tirar o brilho de uma festa da liberdade como sempre é o FISL.

Da tecnologia para a agricultura...

Hoje, em Santa Rosa, realizamos um encontro com agricultores, prefeitos e secretários municipais para conhecer os detalhes da lei do governo Lula que determina que 30% da merenda escolar seja comprada da agricultura familiar. Trata-se de mais uma iniciativa louvável do governo federal que vai gerar renda e garantir emprego para o pessoal do campo.

E não poderia deixar de louvar, aqui neste espaço, o anúncio de que o Plano Safra da Agricultura Familiar 2009/2010, contará com uma verba recordo: R$ 15 bilhões. Gente, isto é 525% a mais do que o último governo Fernando Henrique dedicou a esta atividade!

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