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A hora vai chegar

23/02/2010 12:00

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Na opinião do líder da bancada petista, Elvino Bohn Gass, o que está atingindo o Distrito Federal – com a prisão do governador José Roberto Arruda – é exatamente o mesmo que aconteceria no Rio Grande do Sul, caso Marcelo Cavalcante não tivesse morrido antes de prestar depoimento ao Ministério Público Federal.

Para o deputado, o ex-chefe do escritório de representação política do Estado em Brasília seria "o Durval Barbosa de Yeda Crusius". Ex-secretário de Relações Institucionais do DF, Barbosa foi quem denunciou o esquema de pagamento de propina a políticos e assessores do governo do DF, que seria comandado pelo governador Arruda.

Para quem acha que o caso está encerrado, Bohn Gass tem más notícias. Ele lembra que o inquérito sobre a morte do ex-colaborador de Yeda ainda está aberto, por falta de elementos que indiquem se foi suicídio, homicídio ou se Marcelo foi induzido a se atirar no Lago Paranoá, onde foi encontrado boiando no dia 17 de fevereiro de 2009.

Quando a CPI da Corrupção tentou ter acesso ao inquérito sobre a morte de Cavalcanti, o pedido foi barrado pela base yedista na comissão. Agora, sabe-se que os procuradores federais devem pedir a quebra do sigilo bancário de pessoas próximas ao ex-assessor do Palácio Piratini.

Ou seja, quem está achando que o assunto morreu, pode voltar ao vidrinho de tranqüilizantes.

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