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Bohn Gass: “Chega ao fim o embargo da Rússia às carnes brasileiras”

29/11/2012 12:05

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Bohn Gass: “Chega ao fim o embargo da Rússia às carnes brasileiras”

Bohn Gass e Folador (presidente da ACSURS): luta lado a lado pela retomada dos mercados da carne suína

            O deputado federal Elvino Bohn Gass (PT) foi um dos portadores da boa notícia para a agropecuária brasileira, em especial, para a Região Noroeste do Rio Grande do Sul: os russos encerraram o embargo à venda de carne suína, bovina e de aves do Brasil. Há cerca de um ano e meio, a Rússia, um dos maiores compradores da carne produzida no Brasil, declarou um embargo que criou muitas dificuldades ao produtores. O setor mais afetado no Rio Grande do Sul foi o de suínos que concentrava boa parte de sua exportação para a Rússia. No entardecer da última quarta-feira (28), porém, depois de intensas negociações, veio a boa nova: no ano que vem, as vendas serão retomadas.

            “Sempre houve muitas dúvidas sobre a verdadeira motivação deste embargo e nem tudo está resolvido, mas o importante é que o embargo automático foi encerrado. É importante ressaltar que o governo brasileiro fez tudo o que foi possível para derrubá-lo e conseguiu. Mesmo assim, foi um duro golpe no setor de suínos gaúcho, especialmente da Região Noroeste que, além deste embargo, enfrentou outras dificuldades em 2012. Mas para 2013ª perspectiva é alvissareira”, diz Bohn Gass. Durante todo o tempo em que as vendas estiveram suspensas, o deputado petista esteve ao lado dos produtores buscando soluções junto aos governos dos dois países.

            Algumas regras deverão ser obedecidas pelas carnes brasileiras para que a retomada das vendas se efetive: os russos exigem o cumprimento de um plano de ações que, entre outras coisas, inclui declaração confirmando a ausência de uso de hormônios de crescimento em todos os lotes.

            Valdecir Folador, presidente da Associação de Criadores de Suínos do RS (ACSURS), garante que os frigoríficos gaúchos estão preparados para atender a clientela russa. Mas, segundo ele, antes será preciso verificar se, com as novas exigências, exportar para aquele país continuará a ser um bom negócio.

 

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